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Mesmo que os nossos parentes não tenham deliberadamente nos visitados devido a preguiça ou qualquer outro motivo ou não nos convidou ou nos maltratam abertamente, ainda assim devemos manter os laços com eles, mostrando Indulgencia. Sayyidunā Ubayy Bin Ka’b رَضِىَ اللهُ تَعَالٰی عَـنْهُ narrou que o profeta do Raḥmaĥ صَلَّى اللهُ تَعَالٰى عَلَيْهِ وَاٰلِهٖ وَسَلَّم afirmou que: aquele que quer um palácio seja construído para ele (no paraíso) e seus de graus ou posições sejam elevadas deve perdoar a quem o oprime, preferir [algo adequado] a alguém que o priva e manter relações (consanguíneas) com aquele que as rompe.
(Al-Mustadrak lil-Ḥākim, vol. 3, pp. 12, Ḥadīš 3215)
Quer ou não alguém trate-nos graciosamente, devemos sempre trata-lo graciosamente, afirma-se num Ḥadīš narrado no Musnad Imām Aḥmad: ‘اِنَّ اَفۡضَلَ الصَّدَقَةِ الصَّدَقَةُ عَلٰي ذِي الرَّحِمِ الۡكَاشِحِ’ o Ṣadaqaĥ mais preferido é aquele que é dado a um parente que tenha uma inimizade.
(Musnad Imām Aḥmad Bin Ḥanbal, vol. 9, pp. 138, Ḥadīš 23589)
Amīr-ul-Mu’minīn Sayyidunā Abū Bakr Ṣiddīq رَضِىَ اللهُ تَعَالٰی عَـنْهُ daria ao seu primo materno Sayyidunā Misṭaḥ رَضِىَ اللهُ تَعَالٰی عَـنْهُ que era um companheiro pobre e tinha tornado parte na
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