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اَلْاَمَانْ یَارَسُولَ اللہِ! اَلْحَفِیْظ یَارَسُولَ اللہِ! اَلمَدَد یَارَسُولَ اللہِ! اَلغِیَاث یَارَسُولَ اللہِ!"
(Sayyidi Ziya-ud-Din Ahmed al-Qadri, Vol: 1, pág: 615)
Se eu esconder o meu rosto de ti, diante de quem o farei?
Certa vez, ele disse: Mirza (Shakoor Baig Hyderabadi) Sahib diz:
"Não há ação digna de ser contada, nem um rosto digno de lhe ser mostrado."
Mas o nosso Ala Hazrat (رَحْمَةُ الـلّٰـهِ عَـلَيْه) diz:
"Se eu esconder o meu rosto de ti, diante de quem o farei?
Por acaso esperei o olhar de misericórdia de mais alguém?"
Ao ler este verso, Sayyidi Qutb-e-Madinah (رَحْمَةُ الـلّٰـهِ عَـلَيْه) disse: "Podemos esconder-nos sob o seu manto de generosidade, mas para onde podemos ir ao esconder o rosto dele? E como podemos escondê-lo? Sendo que o Querido Profeta (صَلَّى الـلّٰـهُ عَلَيْهِ وَاٰلِهٖ وَسَلَّم) observa o universo de forma totalmente clara, como se estivesse na palma da sua mão." (Sayyidi Ziya-ud-Din Ahmed al-Qadri, Vol: 1, pág: 618)
Os gestos cheios de amor de Qutb-e-Madinah (رَحْمَةُ الـلّٰـهِ عَـلَيْه)
Era um milagre de Sayyidi Qutb-e-Madinah (رَحْمَةُ الـلّٰـهِ عَـلَيْه) que, sempre que chegasse um Sayyid (descendente do Profeta), mesmo que não houvesse uma apresentação prévia, ele percebia que se tratava de um Sayyid. Respeitava-os imenso e costumava beijar as suas mãos.
(Sayyidi Ziya-ud-Din Ahmed al-Qadri, Vol: 1, pág: 637-638, brevemente)
Ele respeitava o nome "Mustafa" ao mais alto grau. Ele tinha um servidor chamado Mustafa, que era jovem. Era seu hábito que, sempre que o chamava, dizia: "Ya Sayyidi Mustafa".
(Sayyidi Ziya-ud-Din Ahmed al-Qadri, Vol: 1, pág: 640-641, adaptado)
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