Book Name:Karamaat e Farooq e Azam رضی اللہ تعالیٰ عنہ

Certa vez, o meu trabalhador me disse que havia um corpo morto a vista e insepultado deitado sem ninguém para enterrá-lo. Ouvindo isso, eu senti pena do desamparo da pessoa morta e com o objectivo de ajudá-lo, cheguei até onde estava o corpo, a fim de realizar os procedimentos funerários. Eu vi o corpo morto deitado com alguns tijolos a alinhados sobre abdómen. Eu coloquei um lençol sobre ele; seus companheiros estavam sentados perto do cadáver. Eles me disseram que o homem era muito piedoso e justo; eles não tinham dinheiro suficiente para organizar seu funeral. Depois de ouvir isso, eu mandei um homem com dinheiro para comprar um mortalha e outro homem para cavar a sepultura e o resto de nós começamos aquecer a água para banha-lo e preparar os tijolos para a sepultura.

Estávamos ocupados nessas actividades quando de repente o corpo morto se mudou e se sentou, os tijolos caíram de sua barriga, em seguida, ele começou a gritar em voz muito terrível, ‘Ai de mim, o fogo! Ai de mim, a perda! Ai de mim, a destruição! Ai de mim, o fogo! Ai de mim, a perda! Ai de mim, a destruição!’ Seus companheiros saíram em fuga vendo aquela cena terrível. Mas eu manti os meus sentidos e passei perto dele (o morto), saudei-lhe segurando seu braço (mão) e perguntei: ‘Quem é você e o que a de errado com você?’ Ele respondeu: ‘Eu era um residente de Kufa e, infelizmente, eu adoptei a companhia dessas pessoas que abusavam Sayyidunā iddīq-e-Akbar e



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